segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Foi bom... mas durou pouco!

Conforme disse no post anterior como construí a rampa, no fim de 2014 fui transferido de cidade pela minha empresa.
Uma das coisas que não tive como levar na mudança (além de um armário que se desmontou) foi a rampa, pois pro apartamento que me mudei seria impossível colocá-la, já que minha esposa fez eu descartar a hipótese de utilizar a sala de estar.

A saída que encontrei foi de compartilha-la com outros skatistas. Primeiro pensei em deixar a rampa na pista de skate da cidade, mas como o local é aberto, e a rampa não era tão resistente desisti da ideia por achar que iria durar muito pouco, e confesso que me apeguei muito à ela, rsrs.

Então me lembrei de uma cara que conheci na pista de skate que era antigo na cidade, professor da universidade e que dava aulas de skate num projeto social da AABB, e as aulas eram dadas na quadra coberta da associação. Arrumei o contato dele, mostrei a rampa e perguntei se havia interesse. Aceitou na hora.

O difícil iria ser tirar ela do terraço, primeiro passo, pedir autorização pro vizinho deixar utilizar o terreno dele, segundo passo pegar cordas e dar um jeito de içar ela prédio abaixo.


Junto com Cleomar, instrutor no projeto da AABB, e um colega que ajudou no transporte.

Rampa montada na AABB.

Pessoal manobrando na rampa.

Um comentário:

  1. Parabéns Rodrigo pela criação da rampa super criativa, da qual vc pouco usufruiu pela sua promoção no trabalho, e que nada se perdeu porque encontrou rápido o antigo professor o qual está fazendo excelente proveito da sua obra prima. Isso é saber viver!
    Abraço.

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